segunda-feira, 21 de março de 2011

O menino que sobreviveu

Talvez seja a mais triste história da saga.

Contavam seus dias de vida em um ano quando seus pais foram cruelmente assinados diante de seus olhos cândidos. Desde então, foi criado pelos tios, Valter e Petúnia Dursley, seus únicos parentes vivos.  Durante toda a sua infância, nunca se quer desconfiou de sua ancestralidade mágica. Cresceu apenas ouvindo os gritos estridentes de sua tia e agüentando as intragáveis falta de bom senso de seu primo Duda, que lhe fazia de saco de pancadas vivo.

Onze anos! Durante onze anos o garoto serviu de saco de pancadas para o primo. De escória da família. De embargo para os Dursley. Duros longos anos, durante os quais acreditou ter perdido seus pais em um inevitável acidente de carro. Mas, a justiça tarda, mas não falha! E grande Hagrid veio resgatá-lo. E levou-o para estudar na maior escola de magia e bruxaria da Grã-Bretanha: Hogwarts.

Vejam isso: o mundo despencou para o pequeno Harry Potter. De repente ele se depara com um mundo totalmente novo, recheado de magia e criaturas fantásticas. Uma luta incessante entre bem e mal na qual ele era uma peça fundamental. Sete anos ele passou ao lado de seus inseparáveis amigos, Hermione Granger e Ronald Weasley, e durante esse período escolar, Harry se encontrou com o temido Lord Voldemort inúmeras vezes, que não só uma ou duas vezes tentou matar o garoto, que protegido por um poder maior e desconhecido: o amor, sobreviveu a todas as situações.  Em resumo, ele enfrentou: um trasgo, um basilisco, um lobisomem, cem dementadores, um dragão, sereianos, inferis. Podemos contar também, as batalhas ministeriais, e as em Hogwarts.

Harry também perdeu vários de seus amigos nesses combates contras as trevas que avançavam sobre o mundo dos bruxos, alguns farão falta, como Cedrico Diggory, ou o pequeno Colin Creevey (pra quem não lembra, é aquele que vivia tirando fotos do Harry xD). Outros a gente não vai ter nem palavras para poder descrever as saudades: Sirius Black, Alvo Dumbledore, Alastror Moody, Fred Weasley, Dobby (“DOBBY É UM ELFO LIVRE, HARRY POTTER”), Remo Lupin e a Ninfadora Tonks. Mas, tem uma que, pessoalmente, nós, vamos sentir muitas saudades. Ela foi, de fato, a primeira companheira dele. A pequena de asas brancas, Edwiges. 

Mas nem tudo para Harry foram lágrimas. Ele teve a honra de saber que seus pais sacrificaram a vida para poder salvá-lo, e isso é motivo suficiente para se alegrar e ter honra de seus ancestrais por toda a vida! Ele pode jogar quadribol, segurar a taça das casas, conhecer os melhores amigos de todos os tempos, ele pode voar em uma vassoura, nas asas de um hipogrifo, ele pode voar sobre um dragão, ele pode descobrir a verdade sobre Sirius Black, etc e tal!
    
Como disse Dumbledore sobre o ele: “... o garoto é modesto, amável e tem algum talento. Pessoalmente, eu o acho uma criança cativante.”.

P.S.: Pessoalmente, eu, Eric, não gosto de Harry Potter! Mil vezes mais o garoto Riddle e a Hermione 100% perfeita! Detalhes da minha antipatia por Harry em algum dos próximos posts!

P.S.2: Você fará isso por sua própria conta e risco (se quiserem xingar Eric, eu deixo xD). Mas idiotices à parte, não se esqueçam de comentar o post de hoje... Eu, Alice, fico muito agradecida. :)


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Harry Potter, a melhor saga

Muitos poucos autores conseguiram atingir o nível ao qual chegou J. K. Rowling. Ao ponto de prender o leitor de tal modo à história do jovem bruxo, que ao lê-lo muitos perdem a noção real de tempo e realidade. Ler Harry Potter é para nós, Eric e Alice, algo simplesmente fantástico.

Rowling nos mostrou o fantástico, e criou um mundo paralelo somente para nós. Além dela, somente dois conseguiram tal proeza, C. S. Lewis e J. R. R. Tolkien, mas não é deles que falaremos aqui. É sobre nossos pequenos, nossos amados e nosso queridos irmãos mágicos de que falaremos.

Rowling nos fez acreditar em magia, e alguns, falamos isso por experiências própria, ainda aguardam pela carta de Hogwarts. Ela nos ensinou que o amor é a força mais poderosa que existe, e que somente ele é realmente capaz de nos salvar da morte e nos livrar do mal. Não deixamos de evidenciar que Horcruxes podem improvisar isso por algum tempo. Pelo menos até que cheguem três garotos que possam destruí-las.

Nós crescemos com Harry, e ele cresceu conosco. Foi tão bom, descobrirmos juntos que ele era bruxo. Conhecer Hagrid e os duendes do Gringontes. Fazer compras no Beco Diagonal. Atravessar a barreira e chegar à Plataforma 9 ½. Embarcar no Expresso. Ir para Hogwarts. Conhecer o quadribol... Enfim, tudo isso que a gente fez em nosso primeiro ano. Até mesmo as aulas de Poções deixaram saudades.

Com Harry, conhecemos pessoas maravilhosas. Fred, Jorge, Gui, Carlinhos, Gina,  Athur, Molly, e até mesmo Percy Weasley. Nós conhecemos Professor Dumbledore, Minerva McGonagall, Pomona Sprout, o pequeno Flitwick, a professora Sinistra, até mesmo o narcisista Lockhart, a desastrada professora Trelawney, o misterioso Moody, que no fim das contas nem Moody era. Enfim, todos os professores. Além, é claro, de Sirius, Lupin, Ninfadora Tonks, Quim Shacklebolt, e, quem sabe até, Mundungo Fletcher. 
   
Foi tão emocionante sentir medo de Nagini, de Belatriz, de todos os outros comensais, do basilisco, de Aragogue e de Quirrell ou Snape. Quem não se lembra das tensões do Torneio Tribruxo? A expectativa de saber quem colocou o nome de Harry no Cálice. E, nós não poderíamos esquecer, sentir medo de Você-Sabe-Quem. Aliás, nós somos fortes o bastante para dizermos o nome dele Lord Voldemort. Quer saber de uma, que se foda, ele é Tom Marvolo Riddle, ninguém melhor, nem pior que isso, somente Riddle.

Foi tão bom sentir raiva de Malfoy, de Snape, de Filch,  da Umbrigde, das idiotices de Fudge. E, é claro, de Tio Valter, Tia Petúnia e do primo Duda. E caso tenha achado estranho, é isso mesmo: Tio, tia e primo. Querendo ou não eles são nossos parentees, sim! Afinal, Harry é nosso irmão. E, portanto, eles são nossos tios.  Atire a primeira pedra quem não tem saudades das aparições súbitas de Madame No-r-ra?

Quem nos mostrou as mais incríveis criaturas, desde os tempos clássicos, se não Rowling? Kappas, grindllows, hipogrifos, basiliscos, fênix, esplosivins, testrálios, enfim, algo que só mesmo a nossa querida autora seria capaz de reunir em um único espaço. Quer provas de que só ela conseguiu? Aqui vai! J. R. R. Tolkien, pra criar o Senhor dos Anéis pegou única e exclusivamente criaturas da mitologia nórdica.  Lewis, em Nárnia (*_*), colocou criaturas de várias mitologias, mas diga-me ele inventou algum ser? Ou modificou a existência de algum que já era conhecido? Não, mas Rowling fez isso! Ou você já conhecia algum dementador?     

Salvamos a Pedra Filosofal, salvamos Gina de Tom Riddle, Bicuço do Ministério, Sirius do Beijo. Nós vimos o retorno de Você-Sabe-Quem. Lutamos no Ministério e nas batalhas de Hogwarts. Choramos com a morte de Cedrico, do padrinho de Harry, com a morte de Dumbledore, com a partida de Edwiges, com a queda de Moody, com o assassinato de Dobby, de Fred,  de Lupin, de Tonks e de tantos outros.

Destruímos Horcruxes, vimos Harry “morrer” por aqueles que ele mais ama e presenciamos o duelo entre ele e o Lord das Trevas, afinal “... nenhum poderá viver, enquanto o outro sobreviver...”.

Bem, é claro que deixei o melhor pro final! Alguém tem uma pista de sobre quem nós falaremos agora? É, se você disse Hermione Jane Granger e Ronald Abílio Weasley, você acertou. Os companheiros inseparáveis de Harry Tiago Potter!

Comecemos, então, pela maior personagem que J. K. Rowling criou. Me desculpem aqueles que são mais fãs de Harry ou Rony do que ela, mas opiniões não se discutem! Esse pedaço do texto é exclusivamente meu. E eu, Eric, direi porque ela é tão magnífica. Hermione, garota prodígio. Com certeza a pessoa que fez Harry sobreviver em Hogwarts. Não fosse nossa querida Granger, Harry jamais teria sobrevivido em Hogwarts! Ele teria morrido com a azaração de Quirrell, que Hermione desfez, mesmo por engano. Ele teria morrido no visgo-do-diabo, ou na proteção de Snape para a Pedra. Não fosse Mione, Harry jamais saberia do basilisco, a não ser na hora que fosse morto por ele. Não fosse Hermione, Sirius jamais teria sido salvo. ‘Deus salve os vira-tempo’. Não fosse Hermione, Harry teria passado na primeira prova do torneio? Pense bem antes de responder. Se Harry ouvisse o que Hermione falasse, Sirius teria morrido? Enfim, Lilíam salvou Harry com uma proteção quase que imbatível. Mas não fosse os feitos de Hermione, as proteções de Lilían Potter jamais precisariam ser efetivamente usadas. E pro final, eu nem falei dos últimos livros. Só pra não ter que humilhar totalmente os outros personagens!  

Mione pode ter ajudado muito Harry, mas o que seria dele sem seu melhor amigo? Isso mesmo, eu, Alice, falarei de Rony, o ruivo que faz as melhores caras. (;D) Eric falou que sem Hermione, Harry não teria sobrevivido em Hogwarts, mas sem Rony ele não teria passado pela Plataforma 9 ½, nem teria chegado à proteção de Snape e não teria fugido da casa dos Dursley ou chegado à escola em seu segundo ano. Harry também não saberia que Sirius é inocente, não iria à Copa Mundial de Quadribol e tantas outras coisas que torna essa amizade uma das mais belas da saga.

        Depois de tudo isso, ainda resta alguma dúvida de que a melhor série já criada em toda história foi Harry Potter? Da nossa parte não temos dúvidas! Harry, hoje, amanhã e sempre! Talvez Rowling, com certeza a mulher mais criativa que eu já conheci, tenha parado de escrever a saga do bruxo mais famoso do mundo, mas nós, Eric e Alice, jamais deixaremos Harry acabar. Porque dentro de nós ainda queima uma fênix. E ela renasce a cada novo dia, em que podemos acordar e dizer: Eu estive e estarei com Harry até o fim.